| Minha mãe |
| João de Deus | |
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Quando a minha alma estende o olhar ansioso por esse mundo a que inda não pertenço, das vagas ondas desse mar imenso destaca-se-me um vulto mais formoso. É minha santa mãe, berço mimoso donde na minha infância andei suspenso; é minha santa mãe, que vejo, e penso verei sempre, se Deus é piedoso. Como línguas de fogo que se atraem, avidamente os braços despedimos um para o outro, mas os braços caem... porque é então que olhamos e medimos a imensa distância donde saem os ais da saudade que sentimos! |
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