| Ó áridas Messalinas |
| Cesário Verde | |
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Ó áridas Messalinas não entreis no santuário, transformareis em ruínas o meu imenso sacrário! Oh! a deusa das doçuras, a mulher! eu a contemplo! Vós tendes almas impuras, não me profaneis o templo! A mulher é ser sublime, é conjunto de carinhos, ela não propaga o crime, em sentimentos mesquinhos. Vós sois umas vis afrontas, que nos dão falsos prazeres, não sei se sois más se tontas, Mas sei que não sois mulheres! |
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